Vive La Fête se apresenta em Brasília
O duo belga se apresenta na cidade, em único show, dia 17 de outubro no Espaço Brasil Telecom.
Conhecidos por seu electropop-chic-decadente com riffs rasgados e batidas fortes, a dupla estourou em 2000 aproveitando a onda electrotrash e logo virou hit entre os modernos e descolados do mundo da moda.
Essa é a segunda vez que Danny Mommens e Els Pynoo vêm ao Brasil patrocinados pela Chilli Beans para o lançamento de sua coleção, e que bom que dessa vez Brasília entrou na lista de cidades que receberão o show.
Além do repertório de seu mais recente álbum “Jour de Chance” a banda promete tocar sucessos dos álbuns anteriores Attaque Surprise, Republique Populaire, Nuit Blanche e Grand Prix, todos lançados pela ST2 Records.
Além do Vive La Fête os djs Tim Healey (UK) e Pedro Lattari (BRA) completam a festa.
Ingressos limitadíssimos. Pontos de venda: lojas Chilli Beans do Conjunto Nacional, Pátio Brasil, Píer 21, Parkshopping e Taguatinga Shopping.
Para conhecer o som da banda é só ir no site oficial.
Karl Bartos - Dance Cinema
Alemão, conhecido por ter sido membro do projeto Kraftwerk, apresenta em Brasília a performance audiovisual Dance Cinema.
No repertório da Dance Cinema, que funde música e vídeo, Bartos executa clássicos do Kraftwerk de sua co-autoria, faixas-solo de seu álbum Communication e faixas de outros artistas da música eletrônica enquanto projeta em telões trechos de filmes, loops de vídeo e animações.
Karl esteve no Kraftwerk entre 1975 e 1991, e foi co-autor de álbuns importantes, como Radio-Activity, Trans Europe Express, The Man Machine, Computer World, Tour de France e Electric Cafe.
Desde que saiu do grupo, fundou o projeto Elektric Music, que lançou dois álbuns: Esperanto (1993), e Electric Music (1998). Remixou e produziu vários artistas, e fez colaborações com Bernard Sumner (New Order), e Johnny Marr, ex-guitarrista dos Smiths, no álbum Raise The Pressure, de seu projeto Electronic. Lançou também um disco solo em 2003 chamado Communication.
Desde 2004, Karl leciona ‘Design de Mídia Auditiva’ na Berlin University of Arts. E, a partir do final da década passada, começou a trabalhar em projetos multimídia: ‘É divertido e eu gosto muito do que se chama de ‘música visual’, a convergência de imagem e som.’
Karl Bartos - Dance Cinema
10/10 - sexta-feira - Brasília
no Trend Lounge
Ingressos na Mormaii e na Trend, R$ 80,00 antecipado até quinta feira.
Esse foi mesmo o último ano do Skol Beats?
A boataria que assombra o festival desde o final de 2007 não foi confirmada. Mas é fato: tudo encolheu. De quatro tendas, um trio elétrico e um palco para apenas duas tendas e um palco? Uma mudança imensa, com apenas dois anos de diferença. Ao menos o formato falido dos dois dias foi abandonado e ficamos apenas com o sábado.
Cheguei a tempo de ver mais da metade do show do Montage. Não foi minha escolha, diga-se de passagem. Apenas me dei mal ao escolher o Live Stage como ponto de encontro, mas ouvi o som da dupla. Eu não sou lá muito fã de malabarismos e a ginástica do vocalista não me impressionou muito. Os samples e as bases realmente tinham pegada, mas toda aquela performance nada inovadora, plagiada do Macaulay Culkin, não me convenceu. E o som não estava lá dos mais afinados: a voz ficava estridente e a base parecia ser o complemento. Fiquei para o começo do MixHell, mas não durei muito pela curiosidade de saber por onde andava o francês Agoria. E tive a triste surpresa de que o ex-grooveiro anda freqüentando as rodas do minimal sonolento e pouco suingado.
De volta ao palco e nem peguei o fim do MixHell. Sim, consumiu quase uma hora o deslocamento do palco para a tenda Skol, a mais distante, lá no finzinho do espaço do Sambódromo. Não entendi tanta distância. Mas cheguei a alguns minutos da arrumação para me acotovelar diante do palco.
Para provar o “no need to ask my name to figure out how cool I am”, o duo francês Justice fez da sua apresentação no Skol Beats de 2008 o momento mais esperado do evento. O motivo? Um pouco óbvio, não? Música boa e dançante somada ao hype pelo qual a dupla passa já é razão suficiente. Mas o show foi bem “Ok, obrigado!” A tentativa do clima “daft punk” não foi bem o formato que melhor teria agradado àquele público tão heterogêneo. Sobrou impressão de que se esperava algo um pouco mais intimista. Os jornalistas de plantão, como esperado, elogiaram mais a apresentação no Rio.
Tudo começou como no CD, com “Genesis”. Talvez o começo pouco impactante tenha custado o troféu de melhor momento do palco para outro duo - do qual falo logo mais. Até o primeiro mega-hit, que foi “D.A.N.C.E”, o show seguiu devagar, empolgando no primeiro minuto de cada música e caindo nos dois ou três seguintes. Essa, a mais famosa da “banda”, segurou muito tempo de animação, misturada à introdução de “Atlantis to Interzone” do Klaxons. Mas foi em “We Are Your Friends” o ponto alto do show, com a participação ativa da platéia que completava os gaps deixados por Gaspard e Xavier, cantando com vontade. Momento de extremo êxtase que chegou perto de ser reproduzido apenas em “DVNO”. Veio, venceu, mas não convenceu.
A seqüência Marky-Pendulum não era bem o que todo o público do punk-fashion-techno-rock esperava, mas a platéia manteve-se por ali. O DJ número um do Brasil fez uma bela festa, com hits e faixas melódicas e fez valer a presença. Já a banda Pendulum, surpreendeu realmente quem não esperava tanto rock no Skol Beats. A batida marcada do drum’n bass imperou, dando algum espaço para um breakbeat ou outro. Mas no fim das contas, foi um belo de um show de rock. É impressionante a moral do grupo, o único que teve licença para incluir em seu show uma versão acelerada do hit “Voodoo People” do Prodigy. E o desempenho também não deveu em nada.
Aproveitando o atraso causado pela arrumação do palco, fui conferir alguns minutos de Renato Cohen. É um daqueles que poderia acrescentar o nome “techno” no RG, sem medo de errar. Todo aquele groove, com som forte e dançante, e o BPM para rebolar fizeram o fosso de imprensa virar uma espécie de área VIP: tanta gente acumulada, desistindo de tirar fotos e caindo no techno com muito gosto. Parecia um meeting point acidental, nenhum fotógrafo queria mais trabalhar. Quando veio um remix desconhecido de “Pontapé”, então? Foi a benção para valer o set e me mandar de volta ao palco, devidamente satisfeito.
De volta ao techno-rock, chegamos ao duo Digitalism, ponto alto do palco. Até os mais xiitas do eletrônico pularam com os hits e toda a barulheira das timbragens roqueiras rasgadas incrustadas em batidas de 4×4 aos seus 132 BPMs. Música empolgante atingindo a um público inesperado. Tão bom o show que nem me lembro de muita coisa, só de pular e ganhar dois dias de batatas doloridas. Eu que não conhecia muito o som dos alemães, já fiz do Essential Mix deles um dos mais tocados do meu iPod.
Às quatro e meia retornei ao techno e ouvi um pouco de Christian Smith que seguiu muito bem o ritmo de Cohen. Sabe aquele techno gostoso (antes da maré de música lenta) que fazia todo mundo rebolar em Brasília há uns dois anos atrás, pelas mãos de DJs como o Ricco e o Hopper? Então, era esse. Delícia de se ouvir e matar a saudade. Não durei muito também, as pernas ainda iriam peregrinar até a tenda Skol, lá no fim do mundo e fui devagar. Fabrício Peçanha ainda tocava e eu cochilava de pé com aquele som meio chato. Acordei com o remix tosco do Nirvana. Fui tomar uma água, puto da vida, pra esperar o Murphy.
E ele veio, pra fechar decentemente minha noite que já era manhã. Techno. E o povo de Brasília todo lá, matando a saudade deixada pelos DJs que largaram esse som de mão (alguém aí faz uma festa com mais de 132 BPM, please?). Com toda a pegada já de costume e uma tenda lotada e agitada, Murphy colocou a cereja no meu bolo e adentrou de vez no meu top three do evento. Nessa lista constam o live do Pendulum e o Digitalism. Show de bola para o paulistano que garantiu seu lugar no line up e na minha lista de favoritos.
Organização e limpeza foram fatores marcantes nessa edição do SB. Parece que contrataram a mesma empresa do Planeta Terra do ano passado. Não se via sujeira, tudo organizado e bem acertado. Problema mesmo era só a ausência de um walk machine pra ir do palco à tenda Skol.
Conheça o Soulwax
Também conhecidos como 2 many dj’s, Flying Dewaele Brothers, Samantha Fu, Kawazaki, o Soulwax é formado por David e Stephen Dewaele, que são uma banda de rock e electro de Ghent, Bélgica.
Eles começaram a carreira em 2004 com o álbum Any Minute Now que de cara já lançou três sucessos como E Talking, NY Excuse e Any Minut Now. Considerado controverso, por falar sobre drogas, o clipe de E Talking chegou a ser censurado em alguns países.
O duo também produziu vários remixes do LCD Soundsystem como Daft Punk Is Playing At My House e Get Innocuous! Remixaram também Robot Rock do Daft Punk e fizeram muita gente dançar com Dare do Gorillaz. O album Nite Versions lançando em 2005 é uma coleção dos remixes das músicas do Any Minute Now. Em 2006 eles trabalharam em remixes do disco do Tiga e formaram uma banda chamada Die Verboten.
Já em 2007 eles produziram remixes de Gravity´s Raibow dos Klaxons e Phantom Pt II do Justice, remixaram também Ice Cream do New Young Pony Club.
Recentemente os caras lançaram You Can Always Get What You Want do Rolling Stones que entrou na trilha do filme 21, que no Brasil foi traduzido como Quebrando a Banca. Esse ano eles remixaram Kids do MGMT.
Walter Murphy Band - A Fifth Of Beethoven (Soulwax remix)
Justice - Phantom Pt II (Soulwax remix)
MGMT - Kids (Soulwax Nite Version)
Rolling Stones- You Can’t Always Get What You Want (Soulwax Remix)
Muita calma nessa hora
Depois de um fim de semana tenebroso o Tuntistun está de volta. Meio manco, mas de volta. A explicação: o número de visitantes do site estava tão elevado (valeu, galera) que estava derrubando a máquina do servidor de hospedagem que a gente usava. A solução foi contratar uma máquina só para a gente e transferir o site o mais rápido para esse novo local. Mas como transferências do Tuntistun sempre são traumáticas, essa não poderia deixar de ser, só para manter a tradição. Mas depois de três dias desligado, o Tuntistun volta usando um pretinho básico só para dar uma variada no visual. E melhor, mais rápido, mais parrudo.
welcome to the freekyshow 3
Mais uma edição da conhecida seleção de DJ Freeky, grande expoente da cena de drum’n bass da cidade. Nesta edição, Freeky exagerou na viagem pelas influências da house music e até mesmo pelo ragga. Não gosta de drum’n bass? Vale arriscar…
Tracklisting:
Shock One - The Riddler [Frequency recordings]
Danny Bird - Shockout VIP [Hospital Records]
>> Digital - Waterhouse Dub [Function]
Breakage - So Mars [Bassbin]
High Contrast - If we Ever [Hospital Records]
DJ Zinc feat. Kathy B. - Take me with You [Bingo]
>> M.I.S.T. - Outterspace [Soul:r]
S.P.Y. - Ghost Ship [Medschool]
Simon “Bassline” Smith & Drumsound - Harder [Technique Recordings]
Ram Trilogy - Screamer VIP [Ram Records]
Noisia - Diplodocus [Quarantine Records]
Dillinja - Tunnel Grinder [Valve Recordings]
Chase & Status - Take me Away [Ram Records]
>> Vegas & D-Brige - True Romance [Metalheadz]
Skynet & Stakka feat Friction - Altitude (Break remix) [Shogun Audio]
Lynx feat. Cyah - Disco Dodo
>> Benga & Coki - Night (Digital Soundboy remix) [Tempa]
Alter Ego - Rocker [Skint Records]
Axwell - I Found You (High Contrast remix) [Positiva]
>>Roni Size & Reprazent - Watching Windows ( Die’s Gnarly Mix) [Talkin Loud]
Justice - Dvno (Nero remix) [Orien]
Danny Bird - Weird Science [Hospital Records]
C.A.B.L.E - New Infection [Innerground Records]
Taxman - Bad Boy Danger [Ganja Records]
Mr.Vegas - Hot Wuk ( Chase & Status remix) [Greensleeve records]
Kano & Uk Apache - Bad Boy ( Shy Fx remix) [679]
Chase & Status - Dumplin Riddim [Ram Records]
Digital - Deadline (Simon “Bassline” Smith & Drumsound remix) [Function]
>>Crytical Dub - Rude Bwoy [Chronic]
Chase & Status - Judgement (Informer) [Ram Records]
Subfocus - Timewarp [Ram Records]
Hopper - Orange Sessions
Ouça a versão laranja das sessões do DJ Hopper.
Apresentando The Twelves
Bom se você não associa esse nome a nenhuma música, deixa eu te ajudar, é só cantar com os olhinhos fechados I’m Not Gonna Teach Your Boyfriend How To Dance With You. Lembrou? Então, os caras já remixaram Yelle, Black Kids, The New Young Pony Club e esses remixes são tão bons que são tocados nas pistas do mundo inteiro. Os cariocas estão cheios de moral e não é pra menos. A música deles é muito boa. João Miguel e Luciano Oliveira montaram o The Twelves em 2006. Esse nome veio da data de aniversário dos dois. Doze de julho de 1980. Eles estouraram em 2007 com o remix de Boys da M.I.A
Agora o duo se apresentará com Justice e Mixhell no Disco Voador no dia 26 de novembro.
Se quiser conhecer o ótimo trabalho dos caras fica os dois sets com músicas e remixes do álbum que está no forninho.

30 Minutes of Twelves
Intro - Title Music from A Clockwork Orange
1 - Revolte - Weak Generation
2 - Michael Jackson - Thriller (instrumental)
3 - Chromatics - In The City (The Twelves Replay)
4 - Datarock - I Used to Dance with my Daddy (Metal on Metal Remake)
5 - Lifelike - So Electric
6 - Theatre of Disco - YOA (The Twelves Remix)
7 - Boys Noize - Feel Good (TV Off)
8 - Thieves Like Us - Drugs in my Body (The Twelves Replay)
9 - Le Knight Club - Rhumba
10 - Les Rhythmes Digitales - Hypnotize
11 - Black Kids - I’m Not Gonna Teach Your Boyfriend How To Dance With You (The Twelves Replay)
12 - M.I.A. - Boyz (The Twelves Replay)
The 12s Episode II mixtape
Tracklisting
1 - Zeigeist - Humanitarianism (The Twelves Replay)
2 - Radiohead - Reckoner (The Twelves Replay)
3 - Mirwais - Naive Song
4 - Of Montreal - Gronlandic Edit
5 - David E. Sugar - To Yourself
6 - The Virgins - Rich Girls (The Twelves Replay)
7 - Daft Punk - Voyager
8 - Jupiter - CHIP
9 - Fleet Foxes - White Winter Hymnal (The Twelves Replay)
10 - Metronomy - Heartbreaker
11 - The Twelves - Works for Me (The Twelves Replay)
12 - Lykke Li - Dance Dance Dance (The Twelves Replay)
Sets tirados do bigstereo
Skydelic com Boris Brejcha
A festa traz pela primeira vez a Brasília o alemão Boris Brejcha, além do DJ Bob (SP), precursor da música eletrônica underground no Brasil.
Boris começou a construir sua base musical tocando bateria e teclado desde os 6 anos. Suas influências e entusiasmo por sons tecnológicos o levou , em 2001, a abandonar os velhos instrumentos e começar a trabalhar com música eletrônica.
Sua carreira na cena minimalista começou em 2006 com seu primeiro EP, “Monster”, lançado pela Autist Records. Já com seu 2º release , “Yellow Kitechen”, também pela Autist, chegou no topo de downloads do site Beatport sendo considerado o “talento especial do ano 2007″ pela raveline.de, que intutulou suas produções como “a alta tecnologia minimalista”.
Seu CD de lançamento foi o primeiro a sair, exclusivamente pela Harthouse. E foi através dele que Boris começou a se tornar presença constante nos principais clubs europeus, além de ter tocado como headliner em eventos importantes, como MS Connexion, Mannheim e Universo Paralello 2008.
Sua produções estão presentes em sets de grandes dj´s mundiais como Richie Hawtin, Anja Schnaider e Rebekah.
Infos
Comments Off Podcast
Agenda
-
- domingo, 23 de novembro
RSS da sessão












Comentários