Sessão | Moda

Dona Dal acha que sabe

Nivas Gallo | 16 de janeiro, 2007

Registro minha falha e peço desculpas aos leitores e à Márcia Ganem, estilista que abriu os trabalhos no Fashion Rio de ontem: não prestei atenção aos cinco primeiros minutos de desfile. Nada. Nadinha. Tudo culpa do cartaz, bem discreto na verdade, colado próximo à passarela: "proibido entrar com armas de fogo neste local".

Como a imaginação voa longe, imaginei o senhor Jean Willys, ex-BBB de alguma época, ou Daúde, a cantora, com um trabuco poderoso na cintura. Vai saber! É que apesar do aviso, revista que é bom, nada. E olha que lugar para esconder armas era o que não faltava: fashion que é fashion carrega sacola dois por dois com um buraco negro no fundo, e a platéia estava cheia de mulheres, e homens, com bolsas gigantes e óculos escuros idem. É a moda, minha gente.

E a baiana Márcia, que nem sabia do "decreto", saiu-se com "um minha arma é outra". Pudera! As saias curtíssimas de sua coleção de inverno deixaram alguns derriéres à mostra. Dá-lhe modelo a puxar renda-filé – matéria prima das redes de pesca – e ajeitar o trameado dos micro-vestidos, todos com cinturas bem marcadas. As cores são de inverno mesmo: branco-pálido, cinza-sujo e preto-emagrecedor. Nos pés: saltos altíssimos com tiras que abraçam os calcanhares e ditam o tal must have da estação. Anota aí: plataformas e sandálias estilo gladiador romano. Esse é o tem que ter que empesteará as vitrines nos próximos meses.

E quando a gente pensa que já viu de tudo em um dia, Mara Mac, que já foi chamada de rainha dos desfiles para defunto levantou um cemitério inteiro com seu congestionamento de modelos. Primeiro apareceram umas meninas tristes empurrando um monte de Mercedes-Benz – trâfego de gente fina é outra coisa – com um réquiem cavernoso de trilha sonora. Todas enroladas em malhas plissadas, muito legging, camisões amplos e aquele visual Flash Dance chique. "É a mulher moderna na dança do caos urbano", definiu bem antes das meninas entrarem na passarela.

De novo o cinza, de novo o preto e para quebrar um tiquinho da sobriedade um e outro detalhe vermelho nas echarpes, cintos, bolsas e moletons. Como a cartela de cores dos estilistas é cheia de nomes infinitos, Mara chegou com a novidade toffee – o nosso bom e velho marrom-caramelo – em tricôs bem molengas. Quer saber? Tudo um absurdo de lindo: a música, o teatro da coisa, os carros e, óbvio, a coleção que é sem frescura, ao gosto do freguês e fácil de usar.

Os drapeados molengas, sobreposições, armações e a paleta de cinza continuaram com Melk Z-Da. A diferença é que a grife atende as bonitas que gostam de um brilho e carrega no dourado e prateado. E também nas calças justas que desenham até o cérebro de quem não está com o corpo em dia. Há quem goste. Também desfilaram ontem Victor Dezenk e Animale.

Deixa eu reclamar? Se a passarela é toda riscada em giz, se milhares de
pessoas se desdobram para mantê-la livres de quaisquer pés que não
sejam os das modelos, por que os bonitões da novela das oito daquele
canal e daquele outro canal fazem do lugar o tapete da sala de casa? E
ai de quem for reclamar com a turma. Inventa-se todo tipo de desculpa:
"ah, fofa, não está vendo que não dá para chegar ao meu lugar se não
for pelo meio?". Senhor, dai-me paciência. Um bocado que amanhã tem
mais.

Hoje desfilam Sommer, os novos designers Caroline Rossato,
Luciana Galeão e Kylza Ribas, Permanente, Maria Bonita Extra, Graça
Ottoni, Drosófila e Cavendish. 

Veja mais em mariatanamoda.blogspot.com.

Contatos: dalilagoes@gmail.com

Dona Dal acha que sabe

Nivas Gallo | 6 de janeiro, 2007

Quase seis da tarde de quinta…

… e um amigo me liga contando que viu uma mulher metida em um vestido verde-limão. "Daaaaaaaaaaaalllll, tem um marca-texto gigante atravessando a faixa. Socorro, vou ficar cego!". O desgraçado lembrou de mim quando topou com a Dona Cítrica. Meu deuso! Agora o fulano deu pra essas: vê algo no meio da rua e me liga. Quando a cara de pau permite, faz foto no celular e envia com a mensagem padrão "pra você não dizer que eu tô metindo".

*

Esse negócio de roupa é engraçado. Já que abri o ano falando dos amigos, a bonita ao meu lado pede conselho até para comprar calcinha. É só a gente meter o bedelho na moda alheia que vira craque, consultor, criatura respeitada, gente fina, coisa e tal. Não vou negar que me viro bem até dentro da Ottoch. Mas ser especialista ou dizer o que um e outro tem que usar… Ah, aí já é dar muita confiança à minha pessoa. Portanto, quer sair na rua fantasiada de limoeiro? Sai, santinha. Pelo menos você me dá assunto nesse janeiro fraco e eu dedico a coluna ao straight guy mais queer eye que conheço: Beto, se prepara porque a Levi´s vai lançar um jeans que emagrece.

Fininho-fininha

 

Perfectly Slimming 512 é o nome do bicho que promete cintura de pilão, coxas mais finas e bunda de funkeira. O novo jeans da Levi´s também terá modelagem bootcut - aquela que abre depois do joelho - e será feito em algodão e spandex, que deve ser um novo tipo de elástico que aperta até a alma. A peça, por enquanto, será exclusividade dos americanos e chega ao mercado em maio. O precinho, pelo menos para eles, é camarada: US$ 40. Se cumpre o que promete, tá na roda.

Uóte?

Agora curiosa do jeito que sou, abri o dicionário de inglês e fui lá esmiuçar as FAQ do release, aquele "papel eletrônico" que as assessorias mandam à imprensa contando as vantagens do produto. Olha só: tá escrito que o segredo do jeans emagrecedor não é a modelagem, mas sim o tecido diferente, mais adequado ao corpo feminino e blá blá blá. O mais bacana é o tal cut close and comfortable through the seat and thigh; sits at the waist. Algo mais ou menos como "pode sentar que não vai aparecer o cofre, fofura". No Brasil chega a gosto de Deus. Senta e espera.

Quem?

Por falar em release, adoro essas notícias BBB, apesar de ser incapaz de reconhecer um participante a meio metro de distância. É triste (?), mas é verdade, meu saco de risadas predileto. Pois meu informativo de fofocas - vulgo outlook bombado com celebridades baixo clero - me contou que a nova inquilina da casa é famosa antes mesmo do programa começar. E isso porque fez trabalho artístico para a Sexy, tem comunidade com mais de mil integrantes no orkut, requebra no programa do Márcio Garcia e deu pinta no João Kléber e em A praça é nossa. A típica atriz-modelo-manequim-dançarina-apresentadora. Só faltou o jornalista. Cruzes.

*

Claro que essas informações mega-importantes sempre vêem acompanhadas de foto e mensagem do tipo para sua apreciação. Clico e aparece a mulher enrolada em um casaco de peles. Pergunto eu, responde você: era para eu comentar da roupa? Alguém faz o favor de me dar notícias do Brad Pitt? Gracias.

Disco watch

 

CK Disco é o nome do novo relógio da Calvin Klein. A tendência é 80 e o design é baseado em globos de discotecas. Tem nos tamanhos pequeno, médio e grande e custa até R$ 1,2 mil.

De plástico

 

Se for pra ficar doidona com um cheiro que seja o da Melissa. Tem cara e gosto de infância, que eu tenha já tenha comido, capiche? Pois a sandália subiu para o pulso e virou jóia, ou quase. A coleção Joya, da designer Ivete Cattani, tem braceletes, pulseiras, coleiras e anéis de PVC tudo com a marca e cheirinho Melissa. Algumas peças também terão cristais Swarovski e metais Tag e fitinhas. Ahhhh… Meigo.

Liga, pisca e dança conforme a música

 

A T-Qualizer é cheia das nove horas - tem tecnologia ultrafina de eletroluminiscência ativado por sensor de som - e serve para dar pinta na balada e matar qualquer DJ de inveja. A camiseta, desenvolvida pela Flashwear, também brilha no escuro. É assim: você coloca quatro pilhas palito em dispositivo que fica na gola da camiseta, dá o turn on e vai dar pinta com os amigos. Aí é só esperar o equalizador desenhado no peito começar a funcionar. O preço da coisinha: US$ 40 aqui.

Dona Dal é humilde de coração e não precisa de T-Qualizer para ser
feliz. Mas ela fica bem contente quando você clica no mariatanamoda.blogspot.com e deixa um comentariziozinho
despretensioso. Semana que vem ela volta com novidades direto do
Fashion Rio. Oba!

Dona Dal acha que sabe

Nivas Gallo | 28 de dezembro, 2006

Lá foi mais uma

Morreu
a terceira anoréxica. Pelo menos das que se tem notícia. Como diz um
amigo, do jeito que as coisas vão daqui a pouco não teremos mais
anoréxicas porque todas terão batido as botas. Caramba, mulheres: que
mal há em comer? É o seguinte: comeu bem e comeu direito, não tem nem
chance de engordar, capiche? Até a Nicole Richie, a musa das esqueletos
de passarelas, come. Olha aí: semana passada, a feiosa (vai me dizer
que essa mulher de cabeça gigante e braços da grossura do meu mindinho
é bonita?) tomou um bom de um milkshake batido com café. Come, Nicole,
por favor. Come, filha! Você vai ficar linda.

Fora, magrela feiosa

Mais
uma dessa leva: por que os editores de moda chamam de bombástica a
decisão de manter modelos menores de 16 anos e com massa corporal menor
que 18 fora das passarelas? Qual a bomba disso? Alguém me explica,
porque eu tô ficando burra. Bomba para mim são 5 milhões de crianças
morrerem de fome no mundo inteiro em um ano. Ou 15 milhões de
brasileiros adultos irem pra debaixo da terra por não terem o que botar
na boca. O resto é palhaçada que não faz rir. Pra bom entendedor: é
putaria, falta do que fazer. Antes que você reclame que eu não tô
falando de moda, digo que estou. Estou, estou e estou.

Bomba??? Ah, conta outra.

Os
coleguinhas formadores de opinião (pelamordedeus!) estão achando uma
bomba as semanas de moda de Roma e Milão despacharem para casa as meio
quilo de 1,80m. Pois nos desfiles de fevereiro de 2007 só entrarão as
maiores de 16 anos e com IMC, o índice de massa corporal, maior que 18,
o dito saudável. É bom lembrar que na semana de moda italiana desfilam
Armani, Prada e Cavalli. Quer desfilar, santinha? Vai comer que você
ganha bastante. Inclusive dinheiro.

Preparem os lenços

Será
que Steven Spielberg vai dar conta do mundo da moda? O cara do ET fez
um acordo com o canal a cabo FOX para dirigir uma nova série sobre o
assunto. A notícia está na revista Variety e Spielberg vai ter uma
mãozinha da top moldel Christy Turlington e do ator Edward Burns,
marido e mulher no mundo real. Os produtores contam que a participação
da dupla dará a pimenta de realidade ao drama. O programa ainda não tem
título definido, mas conta a história de cinco personagens por volta de
20 anos ligados ao mercado da moda. Pois eu vou assistir.

Falando em ver…

Vocês
gostam de America’s Next Top Model? Eu sim. Adouro. Principalmente o
J.Alexander, o Miss J, professor de passarela que do alto de seus quase
1,90m anda de salto melhor que qualquer uma que eu conheço. Escândalo
aquela criatura, viu? Sei que aqui estamos umas mil (exageraaaada!)
temporadas atrasados, mas na última semana o ex modelo, que também é
jurado, soltou para bonitona sem estilo que jurava que estava abalando:
filhinha, estilo próprio é tudo? Por que a senhorita copia o trotar de
Gisele Bündchen. E ele não acha que sabe, ele sabe, viu!

Caramba, antes que vocês parem de ler a coluna por me achar muito
reclamona eu desejo que nenhuma anoréxica morra, ou melhor, que não
existam mais anoréxicas e bulímicas, que as novas modelos parem de
copiar produtos pré-fabricados e imponham seu estilo, que Steven
Spielberg acerte a mão na nova série e não se prenda a bobagens como
"com quem roupa eu vou" e que vocês continuem lendo o mariatanamoda.blospot.com.

Grande beijo. Té ano que vem.

Os números citados na notinha Fora, magrela feiosa são da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, sigla em inglês). 

contatos: dalilagoes@gmail.com

Dona Dal acha que sabe

Nivas Gallo | 22 de dezembro, 2006

Criaturas sporno

Voltei. Ninguém me chamou (ou melhor, chamou sim!) e eu voltei. E voltei com um novo palavrão nessa boca que a terra não haverá de comer: Sporno. Spoooooooooorno. Quer ser moderno? Repita comigo: s-por-no! Na falta do que fazer Mark Simpson, o sujeito que inventou o termo metrossexual, criou o sporno, uma mistura de sport + porno. É assim: você gosta de esportes, passa o dia na academia cuidando do peitoral, economiza para comprar cuecas Calvin Klein, e sabe que Dolce e Gabbana são duas pessoas além de uma marca? Pronto: você é um sporno.

Sporno é o c*!

Mas o lance é que sporno não é lá coisa muito boa, capiche? Mark Simpson explica: "é uma estética criada pelas grandes marcas que querem vender o corpo masculino. É algo que já existia com as mulheres. Só que dessa vez as grifes usam atletas lindos que topam passar uma imagem gay apenas porque são bem pagos para isso", esbraveja na revista Out desse mês. A ira de Simpson está na campanha de Dolce & Gabbana, que mostra a seleção italiana de futebol toda besuntada de óleo (opa!) dentro de um vestiário. Os rapazes estão só de cueca. Pergunto eu, responde você, senhor Simpson: que mal há nisso? Não gostou? Manda lá pra casa!

Por falar em D&G…

 

Como se não bastassem os jogadores de futebol (não estou reclamando! Juro), Domenico Dolce e Stefano Gabbana foram de Madonna para vender no outono-inverno. As duas novas camisetas da dupla trazem estampadas a cara da rainha do pop. O namoro de Madonna com os estilistas vem desde 1993, quando eles criaram 1,5 mil looks para a turnê Girlie Show. Os dois também fizeram o figurino do clip Music. Apesar do novo show, Confessions tour, ter assinatura de Jean Paul Gaultier, a capa de Confessions on a dance floor, o último CD da cantora, é D&G.

Mais uma do Bruce Weber


 

Como hoje a gente (a gente quem, cara-pálida?) está meio erótico, coisa e tal, também aceito de Natal o novo livro do fotógrafo americano Bruce Weber. O sujeito é um dos papas do nu masculino e lançou Sex and words há duas semanas. As fotos são inspiradas em textos de D.H. Lawrence (O amante de lady Chatterley) e a edição é limitada a 2 mil exemplares. O precinho é jóóóóóóóóóóóia: US$ 149, quase uns 400 legais.

2007 vai ser galático

Quer coisa mais engraçada do que o palavreado da moda? Entrevista com estilista só não é pior do que coletiva de economia no Banco Central. A palavra da vez é galático. Pois 2007 vai ser galático. Anota aí. Esqueça que 2006 foi do purismo, subestimação e novo rigor (hein?). Sabe aquele visual árvore de Natal prateada-dourada-brilhante que empestea as vitrines? Aquilo é galático. Se Miuccia Prada falou, quem eu sou para falar o contrário? E é tendência para 2007. O futurismo também está nas novas coleções de Balenciaga, Hussein Chalayan e Lavin. Prepare-se porque o new futurism (ai!) é verde-limão, laranja-canetinha e amarelo-ovo. E também branco e bege, porque ninguém é obrigado.

É uó!

 

Britney, minha filha, sei que você anda lendo o Tuntistun. Então aqui vai o conselho da mulher que acha que sabe:

Chuchu, você tem dinheiro, cabeleireiro, maquiador e mais dois mil puxa-sacos por aplique de cabelo, e ainda se veste feito a bruxa má do oeste? Com é que pode, criatura? Explica para a tia Dal, vai. Para ninguém dizer que é implicância minha, até os apresentadores do Fashion police , Bobbie Thomas e Robert Verdi, concordam com a mocinha aqui. A dupla elegeu a cantora como a celebridade mais mal vestida do ano. Tá tudo na US Weekly dessa semana. Na companhia de Britney estão Eva Langoria, Cameron Diaz e a indefectível Paris Hilton. Sem comentários, por favor. Site da fashion: www.eonline.com/fashion.

Dona Dal continua achando que sabe e tem fé que vai ganhar dois spornos
do Papai Noel: Freddie Ljungberg e David Beckham. Ela também escreve no
Maria tá na moda e o endereço é aquele que você já sabe: mariatanamoda.blogspot.com Bom Natal! Bom Natal! Bom Natal!

Dona Dal acha que sabe

Nivas Gallo | 14 de dezembro, 2006

Fashion eletrônico. Hein?

Não sei o que é moda de balada eletrônica. Quer dizer, saber eu sei, mas não sei explicar no papel, capiche? Tenho uma vaga idéia de que é uma mistura emo-glitter-melissinha. Na minha época (já estou falando igual minha avó), techno-fashion era o sujeito, ou sujeita, que saía por aí com tênis Adidas, casaco Puma e jeans Doc Dog. Tudo junto, ou não. E o rótulo era outro: chamavam a gente de clubber. Viram aí que me incluí no carimbo? Sempre me incomodou ter, ou ser, de uma tribo. Nem uma coisa nem outra, mas putz… E eu lá tenho culpa de usar sutiã da Thaís Gusmão, vestir short da Laundry e saber soletrar Herchcovitch? É gosto, né? Mas aqui na coluna não quero falar de rótulos, tampouco me especializar em marcas, visuais coisa e tal.

A idéia é falar de moda. Moda e ponto final. Ou coisas relacionadas à. Criaturas, roupas, notinhas, notícias… Bem, ainda estou pensando mais ou menos como fazer isso, mas dicas são sempre bem-vindas e o momento auto-ajuda adora e-mails, puxões de orelhas e, principalmente, elogios. Vamos começar com notinhas, mundo fashion (juro que não gosto da palavra e suas variantes. Fashionistas, por exemplo… Argh!), coisinhas que a gente viu e também vai ver. Tomara que gostem.

Dicionário de moda

Ah, por que livros de moda e arte têm que custar tão caro? Marco Sabino, estilista e médico, lançou um dicionário bacana com 672 páginas e mais de 1,5 mil verbetes. Tem de Abba a Zuzu Angel com 600 ilustrações e fotografias lindas. Foram mais de três anos de pesquisa para montar o livro. A novidade chegou ontem às livrarias do exterior (leia-se Rio e São Paulo) e deve desabar em Brasília em uma ou duas semanas. Se você tiver pressa e for curioso, vá ao site da editora:<script></script> www.campus.com.br. O preço: 159 legais.

Programe-se para os desfiles

  • Fashion Rio: 14 a 19 de janeiro
  • São Paulo Fashion Week: 24 a 29 de janeiro

Rolling Ivete

Já vi, não li, mas gostei de Ivete Sangalo na capa da Rolling Stone. Sem falar em estilos musicais (o dela eu passo, passo e passo), o resultado é bonito. Carão, bronzeado em dia, cabelo molhado… Ninguém duvide que a baiana é a rainha do carisma e está anos luz de outras criaturas do axé. Agora a curiosidade que mata: quero ler a matéria sobre o novo filme do Zé do Caixão com figurino de Alexandre "O Grande" Herchcovitch. Semana que vem nas bancas. Aguarde e confie.

Libertem as xerecas!

Calcinha faz mal à saúde. Juro que li uma notinha no Terra sobre o assunto. Um ginecologista lá de Sampa avisa que as de materiais sintéticos e com forros muito grossos impedem a ventilação no local e aquecem a região. Resultado: infecções, melecas nojentas e capas de revistas, principalmente se você tiver uns milhões a mais na conta bancária. Britney, Juliana (a Paes), Paris, Galisteu, J.Lo, criaturas que sabem das coisas e vão regularmente ao gineco, andam por aí mostrando a perseguida a qualquer paparazzo atento. É moda? É. Lógico que é. E a bichinha ainda fica ventilada.

Apesar de ser moda, Dona Dal não sai de casa sem calcinhas extras. Ela também é modelo-manequim-atriz-cantora-apresentadora-jornalista e, para variar, tem um projeto: <u>www.mariatanamoda.blogspot.com</u>. Vai lá!

contatos: dalilagoes@gmail.com

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Cello Zero