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Hernandez

Nivas Gallo | 8 de agosto, 2008

Dj Hernandez, natural de Brasília, freqüentador de eventos e amante da música eletrônica desde 1992, modou-se para São Francisco, Califórnia, em 1995, para estudar produção de vídeo e áudio, e lá começou a pesquisar os diferentes estilos musicais. Aos poucos começou a tocar como Dj, na rádio da Universidade em que estudava e ao voltar para o Brasil, em 1998, começou também a produzir e tocar em festas de pequeno, médio e grande porte. O primeiro grande evento foi a festa Lata Digital, em parceria com os produtores Leo Cinelli e João Vicente. A festa, com o DJ Mau Mau, pioneiro da Música Eletrônica no Brasil, contou com um público de 2.500 pessoas, um sucesso de público para Brasília na época. Depois, vários eventos importantes na cena foram realizados: a festa-desfile da Levis - Ópera House, com a presença do Dj Renato Lopes, de São Paulo, também um pioneiro da cena no Brasil; em seguida as festas FUSE, em parceria com a Megatribe; as festas do então fanzine, e agora respeitado site Tuntistun, único voltado para a M.E. em Brasília; além do projeto semanal de música e arte no Deguste Jungle Bar, que virou referência na cena de Brasília durante meses, contando com a presença dos maiores Djs da cidade e até mesmo do Brasil. Em 2003 participou da produção da Underground Movement, tradicional festa eletrônica durante 4 dias no carnaval de Brasília. Há quatro anos, Ernani Pelúcio começou a se dedicar a arte de VJ (mixagens de vídeo para projeções em eventos), tendo se apresentado 2 anos seguidos no Brasília Music Festival, no Lounge do Festival Internacional de Cinema - Academia de Tênis, em todas as festas Makossa (tradicional Baile Black da cidade), na apresentação do top Dj internacional Tiesto, além de diversas outras festas de M.E., anos 80 e Hip-Hop. Atualmente o Dj têm tocado a produção do Projeto Temprano, de House e Downtempo, com influências Black - Funky, Disco e Jazz.

Contato:

Tel: (61) 8122-2926
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Brooks

Nivas Gallo | 8 de agosto, 2008

Diego Soares começou sua vida com o pé direito, afinal, nascer no começo da década de 80 é um belo golpe de sorte para quem ia acabar no meio da música eletrônica. O electropop de bandas como Information Society e New Order e os hits de Michael Jackson foram determinantes na concepção do gosto musical do ainda– garoto. Aos 10 anos, as influências sonoras levaram à compra do primeiro disco, o álbum “Pump Up the Jam”, do Technotronic.

Na época, Diego reunia os amigos pra dançar e já experimentava algumas brincadeiras com discos em dois famigerados aparelhos “3 x 1” da Gradiente. O caminho natural: aos 16 anos surgiu a idéia de se tornar um DJ. Com amigos, passou a fazer pequenas festas. Após sete anos – nos quais aprendeu a mixar –, era a hora de se dedicar a algo mais específico. O primeiro passo dentro da cena de música eletrônica de Brasília foi a escolha do progressive house como estilo base.

O pouco que faltava, Diego buscou sozinho: escolheu o codinome Brooks, aperfeiçoou as mixagens e adotou o vinil como formato preferido. Para não falhar à própria história de sua vida, resolveu realizar uma festa dedicada às cenas house e techno na cidade. A primeira apresentação para o público veio no projeto próprio (Glicos.e). O feeling fluiu naturalmente, como resposta às primeiras apresentações. O carisma, a técnica apurada e o comportamento descontraído já são marcas registradas, reconhecidas por todo o público da capital.

Principal representante do progressive house em Brasília, Brooks já desenhou uma sólida carreira na noite underground. Seu currículo traz eventos expressivos como a Love– maior festival de música eletrônica independente do centro-oeste–. Tanto sucesso rendeu convites para passagens por outras capitais, como São Paulo, Goiânia e Palmas. O fracasso, definitivamente, nunca foi uma opção para esse candango prodígio.

Na construção de seus sets, Brooks prima pelas batidas cadenciadas do progressive house, mas sempre reserva espaço para a quebrada do electro house e outras variações sintéticas como o minimal e o tech house atual. “Não me vejo fazendo outra coisa. Gosto de tocar e quero viver de tocar”, diz Brooks. Se depender do talento que esbanja, o DJ vai viver muito bem.

Por Hélio Weirdo (Editor Dnbonline.com)

Contatos:

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Weirdo

Nivas Gallo | 8 de agosto, 2008

Eis que no meio dos anos 90, um DJ vidrado em novidades trouxe o jungle para Brasília. Pelas mãos do então conhecidíssimo Elyvio Blower, Hélio Matos acordou para um estilo musical extremamente diferente e envolvente. Ao contrário do público jovem da capital, Hélio criou um grande interesse por esta nova música. Toda a radicalidade das batidas e os graves marcantes seduziram fortemente o jovem brasiliense.

Mais alguns anos e o jungle mudou de nome e de formato. Nascia o drum & bass e Hélio continuava a ser um viciado nessa música e na sua cultura. Através da Internet, adquiriu alguns discos, apenas para criar seu acervo com as preferidas, sem deixar de estar presente nas festas que já aconteciam na cidade. O som era tocado por nomes como Poeck, Linkage, Kax e Twin Cam, responsáveis pela manutenção desse vício.

Em contato com algumas pessoas envolvidas com a cena em outros estados, Hélio acabou conhecendo os responsáveis pelo DNB Online, um dos principais sites dedicados ao estilo no país. Entrou para a equipe e não saiu mais. Sob o codinome Weirdo, escrevia matérias e fazia trabalho de cobertura para o site em Brasília. Em 2003, a insistência dos amigos acabou provocando o inevitável: a discotecagem. Com um acervo composto de clássicos do jungle a algumas poucas novidades, Weirdo, agora conhecido também como DJ, surgiu como o único representante do jungle no centro-oeste.

O DJ trouxe de volta a sonoridade diferenciada do estilo inglês para as pistas da cidade e, hoje, é um dos principais expoentes da cena de batidas quebradas da região. Com uma seleção recheada de pérolas do jungle old school, mas que não deixa de fora as novas tendências, Weirdo traz sempre em seus sets toda a vibração desse estilo carregado de influências de ragga, reggae, hip hop e drum & bass. No currículo constam inúmeros eventos, com destaque para o carnaval eletrônico da cidade – a Underground Movement –, a Loveparade edição Brasília e o projeto Laboratório.

Atualmente, Weirdo divide suas atenções entre a vida como DJ, o trabalho de editor do DNB Online e seus primeiros passos na produção musical. O primeiro lançamento chegou às lojas em agosto de 2008, pelo selo britânico Sunrize Records e o produtor ainda promete muito mais.

Contato:

  • e-mail: weirdo@dnbonline.com.br
  • http://www.myspace.com/jungleweirdo
  • fone: (61) 8154-6797

Alex Kenji é convidado especial do 5uinto

Nivas Gallo | 28 de fevereiro, 2008

Alejandro Bacci aka Alex Kenji tem 27 anos de idade. Internacionalmente conhecido e respeitado como DJ e produtor com mas de 10 anos de expreriência inovadora de produção, DJing e performance, assina como Kenji, além de Combo, Yoshie Chandler e Combo. D.L.D. Kaiko. Seus sets oferecem uma seleção de trihas de electro e tech-house, conjugando gostos diferenciados desde o deep techno até electro-minimal.

Já tocou por toda a Itália bem como no mundo, desde Ucrâinia, Renio Unido, México, Brasil, Rússia, Suíça, tanto como residente e
convidado. Fora dos clubes, é dono do selo 303Lovers y Hotfingers.

Suas faixas estão presentes em muitas listas, como DMC US House
Monthly, BBC Essential Mix, estando nos charts de DJs como Hernan
Cattaneo, Chris Lake, John Dahlback, Demi, Omid 16b, Desyin Masiello,
Jason Nevins, Cirez D, Mario Ochoa, Jon Gurd, Kaiser & Sousai, King
Unique, Mark Hughes, Alex Peace, Chriss Ortega, Chris Micali, Macca,
Hatiras, Saeed Younan, Cristian Paduraru, Dj Sender.

Conta no currículo 9 lançamentos em 12”, 4 compilações remixadas e
muitos lançamentos e remixes digitais.

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Electroacústica traz madame Mim para Brasília

Nivas Gallo | 22 de fevereiro, 2008

Na aventura musical das misturas sonoras e comportamentais do século 21 está Madame Mim. Desde pequena ela percorre mundos aprendendo & apreendendo na diversidade. Ainda criança mudou-se de Buenos Aires para o Rio de Janeiro, onde curtiu a praia e a ginga cariocas. Nos anos 90, incendiou as noites do Rio com a banda punk rock Polux, mas também não havia perdido os laços artísticos com amigos portenhos. Por extensão, logo passou trocar idéias e experiências com a cena electro-rock do México e da Espanha.

Madame Mim formou-se em dança, estudou na Escola de Circo e passou dois anos em San Francisco - USA, estudando e praticando teatro e cinema, e se jogando em clubs e shows. A mudança para São Paulo há um ano mexeu ainda mais com suas idéias. Madame Mim é um hype no underground rocker/eletrônico e já é chamada de “garota Mick Jagger” por causa de suas performances.

Acaba de voltar por uma turnê na Europa onde foi convidada pra tocar no festival Popkomm em Berlin, um dos maiores festivais de música da Europa e também já tocou na Feira da Música (Fortaleza), Porto Alegre, Belo Horizonte, além do eixo Rio-São Paulo e interior.

Madame Mim na internet:

  • http://www.mim.com.br
  • http://www.myspace.com/mimadame

Daniel Hunt, do Ladytron, em Brasília

Nivas Gallo | 6 de dezembro, 2007

Daniel é tecladista da banda, que também é composta por Reuben Wu, Helen Marnie e Mira
Aroyo. Conhecido por explorar as fronteiras do rock, pop e eletrônica, o Ladytron foi formado em Liverpool, em 1998. No auge do movimento electroclash, a banda foi, a contragosto, rotulada com o membro do estilo, apesar de sempre nadar contra a correnteza
"fashion" de suas coloridas contrapartes. Com uma atitude mais sombria e fantasmagórica, refletida em roupas pretas e visual retro-futurista, a banda conseguiu sobreviver ao modismo graças a uma proposta musical realmente consistente.

Com influências como Kraftwerk, Stereolab, My Bloody Valentine
e Ride, a banda tem três álbuns lançados: "604", "Light & Magic" e "The Witching Hour", uma série de singles e remixes de artistas famosos, como Nine Inch Nails, Soft Cell, Blondie, Placebo, Soulwax, Bloc Party, entre outros.

Para quem espera um DJ set cheio de timbres eletrônicos, porém, um aviso: ao discotecar, Hunt busca mais rock e bandas do passado, dando pouco peso à musica eletrônica. Ainda assim, vale muito a pena conferir a seleção do membro de uma das bandas mais bacanas atualmente.

Cila MacDowell

Nivas Gallo | 29 de novembro, 2007

Cila Mac Dowell é brasiliense, artista multimídia, isto quer dizer que
ela vem desenvolvendo trabalhos criativos utilizando várias técnicas
nas quais se destacam o vídeo e a computação gráfica.
Atualmente realiza perfomances ao vivo com vídeo, para relacionar
cada vez mais imagem e som. Sua investigação poética permeia a busca
desesperada pela realização de desejos inalcansáveis de todas as
ordens.

Sua formação acadêmica passou pelo bacharelado em arte
plásticas, especialização em escultura nos EUA e mestrado em arte e
tecnologia pela UnB. Em espaços de galerias de arte como a do
Ministério da Cultura mostrou suas instalaçôes multimídia e com suas
animações interativas participou de festivais como FILE, VideoBrasil e
404 na Argentina.  

Foi integrante do grupo brasiliense Corpos
Informáticos, do coletivo de djs e vjs Apavoramento Sound System do Rio
de Janeiro, e hoje tem em dupla com Lavinia Góes o estúdio de criação
chamado “entre tanto” localizado em Copacabana, Rio de Janeiro. Cila já
participou dos principais eventos como: Tim Festival, Istoémúsica? no
CCBB, Multiplicidades, Skol Beats, Vivo open air, Bug, 00, Maja,
Delírio e muitas outras festas!  É a segunda vez que ela participa do
Contato, acreditando contribuir com imagens que despertem sobre a
prevenção da doença de forma lúdica.

Rodrigo Sucesso

Nivas Gallo | 29 de novembro, 2007

Apostar nas sensações visuais é a proposta de Rodrigo Souza Ramos, ou simplesmente VJ Rodrigo Sucesso. Há mais de um ano no comando dos telões das festas mais conhecidas de Brasília, foi como residente da Festa da Lili, onde projeta até hoje, que Rodrigo firmou sua carreira e foi considerado uma das revelações da cidade.

O trabalho se destaca pela harmonia com a música, que provoca os sentidos e permite efeitos visuais sincronizados ao som do DJ. "Minha proposta é valorizar a energia da música, fazer com que o público também a sinta música através das imagens", revela. Outra preocupação de Rodrigo é associar as projeções de acordo com as batidas, graves, médias e agudas. "A cada apresentação faço um convite para o publico me seguir numa inusitada viagem visual, com momentos de grafismos, corpos, desenhos", conta. As imagens já fazem parte da vida de Rodrigo Sucesso há algum tempo, seja como VJ ou mesmo com o foco na moda ou  no mercado publicitário.

Durante a carreira de visual-jóquei ele já projetou ao lado de grandes nomes da cena eletrônica nacional e internacional. Entre os brasileiros, André Queiroz (DF), Vlad (SP), Ana Paula (Rio), Flávio Lima (Rio), Felipe Lira (SP), Dudu Marquez (Rio), Komka (DF), Hopper (DF), Luiz Pareto (SP), Deep Factory, Ale Bittencourt (Ctba), Laurize (GO), Tzo (Rio) e Rafael Calvente (Rio), João Neto (SP), Pacheco (SP). Além de do argentino Luis Veja e o espanhol Alberto Gabilan.

Criativo e irreverente, o VJ tem inovado na forma de divulgação das festas em que é convidado para projetar, fazendo vídeos promocionais, divulgados no Youtube (www.youtube.com/vjrodrigosucesso) e Orkut, com grande visitação em sua página pessoal, mais de 10.000 acessos em pouco mais de 5 meses.
 

Ekanta

Nivas Gallo | 29 de novembro, 2007

 Ekanta já nasceu artista, dando seus primeiros passos em pistas de dança com apenas seis anos de idade… Como bailarina….   A inquieta artista, já na adolescência, mergulhou fundo no teatro, aonde aplicava com desenvoltura sua prematura habilidade na dança.

Em pouco tempo Ekanta sai do Brasil e transita por uma Amsterdã efervescente, aonde conhece a fundo o universo da música eletrônica. Seu primeiro trabalho como DJ foi no famoso Club Trance Budha, tocando Ambient, em 1998. Muitos outros trabalhos rolaram na Europa, consolidando assim um sólido aprendizado que serviu para que Ekanta, em sua volta ao Brasil, se tornasse uma das precursoras do movimento psicodélico em nosso país, sendo seguramente uma das principais responsáveis pela consolidação da forte cena do centro-oeste brasileiro.

Tocando e levando a mensagem mais autêntica do Trance por todo o Brasil, de norte a sul, Ekanta tem em seu currículo os mais importantes festivais e festas brasileiras, tais quais Universo Paralello, Tranceformation, Trancendence, Earthdance e muitas outras.

Foi residente por muitos anos do Pulse Club de Goiânia, seguramente um dos mais antigos e importantes clubes do Brasil, e hoje é residente do Club Fiction, também em Goiânia

Sua impressionante atuação fora do Brasil a torna seguramente uma das mais experimentadas e respeitadas DJs do mundo:

1999, 2000, 2002 e 2004 - Dance Valley – Pista e Chill Out (Holanda)

2000, 2002 e 2004 - Boom Festival - Chill Out Zone (Portugal)

2002, 2003, 2004 - Voov Experience (Alemanha)

2000 - Eclipse (Áustria)

2005 - Psy Works (Bolívia)

Sua experiência não pára nas mixagens:

*Curso De Produção de Música Eletrônica    

SAE INTERNATIONAL TECHNOLOGY COLLEGE  Amsterdam, Holland

*Curso Básico Teórico e Instrumental,modalidade Teclado,

CENTRO LIVRE DE ARTES - Goiânia  GO

*Curso de Extensão Oficinas de Música da Escola de Música

EMAC UFG  GO

No ano de 2007 além dos estudos de Teoria Musical, História da Música, Organologia e Canto Coral  se empenha na produção de trilhas sonoras, para o curta metragem, “O Sol da Meia Noite” e para a Copa Ei Brasil de Montain Bike

Oscar Bueno

Nivas Gallo | 29 de novembro, 2007

Entre o final dos anos 80 e começo dos 90, um notívago estudante de arte começava marcar presença em casas como Madâme Satã, Cais, Hoellisch e Der Temple. Recém-formado em Artes Plásticas na FAAP, seus primeiros vernisságes aconteceram no escuro club Hoellisch , verdadeiras “festas” com atmosfera bem underground.

Começou profissionalmente na noite como promoter, em 1996, no lendário bar The Cube, onde por suas mãos tiveram início os projetos “CHILL-IN” um aquecimento para o Hells Club, “HOT STUFF” uma das primeiras noites de house music em São Paulo e a “DRESS CODE PARTY” uma verdadeira festa de fetiche.

Em 1998 começa a produzir a rave que uniu o techno e o trance, a “UNIONTECHNOTRANCE”, o chill-out que atravessava as tardes de domingo, o “ÉDEN”, o after-hour que até hoje é um clássico na noite paulista, o “PARADISE AFTER-HOUR” e inúmeros outros projetos de música eletrônica, sempre underground.

Em julho de 2000 Oscar inaugurou o Stereo Club onde atualmente funciona o club D-Edge. Em sua curta existência (um ano), foi um verdadeiro fenômeno (prêmio melhor noite fixa de 2000 pela coluna Noite Ilustrada do Jornal Folha de São Paulo).

Nas noites de quarta-feira com o projeto Cio 80’s foi onde começou a se apresentar como DJ profissionalmente junto ao já veterano dj Magal. Mantém-se residente do projeto até hoje que é um sucesso no clube D-Edge, hoje uma referência em São Paulo e no mundo, considerado pela revista “Mix Mag” como o quarto melhor club do planeta.

Em novembro de 2001 criou no club A Lôca o que seria o primeiro projeto de electro em São Paulo, na época esse termo nem existia e o projeto chamava-se “CLASSIC”. Foi lá que em janeiro de 2002 Oscar recebeu como convidado o alemão dj Hell. No natal de 2002 Oscar tocou ao lado do falecido dj e produtor Christian Morgenstern, no espaço que logo depois viria a ser o clube D-Edge. Na virada de 2002 para 2003 tocou ao lado da produtora e dj Miss Kittin em festa organizada por Lov.e Club, Ultralounge e X-Demente. Na mesma semana na festa gigante “ULTRALEVEL”, ambas no Rio de Janeiro. Também tocou no lounge da Semana de Moda Casa de criadores ao lado de Larry Tee em 2003, no mesmo ano no club Love abriu para o dj Beroshima.

Em 2004 tocou com Romina Cohn, na “GIGOLÔ PARTY” no club EXXEX, e com o dj e produtor Capri da Gigolô e Joakim da Tiger Sushi na noite “CIO”, com o dj e produtor Richard Bartz na “SMARTPARTY @ D-EDGE”.

Apresentou-se ainda nos clubes Lov.e ,Ampgalaxy, Hotel Cambridge, Bananas, Black Box, Massivo, Hole, Mood, Tostex, Bar Treze, Bar 8, Atari, Puerto Livre, Sogo, Level , Ultralounge e Club Vegas em São Paulo.

Atuou também nas seguintes festas e clubes: Zoff (Indaiatuba), Nocturna (Campo Grande), Hotel Tropical (Manaus), Cafe Cancun (Manaus) “CLUB 69” @ Josefine (Belo Horizonte), Pulp (Belo Horizonte), “SONORA AFTER-HOUR” @ Mediterrânea (Curitiba), “LUXÚRIA AFTER-HOUR” @ Cats (curitiba), “ELETRÔNIC SUMMER RAVE” (Salvador), “PARADISE PARTY” (Salvador), Off club (Salvador), Magnólia (Arraial D’juda), Festa no Casarão Cultural (João Pessoa), HUG @ Life (Maceio), “SUPER QUINTA” @ Gate Pub(Brasília), Neo (Porto alegre), Spin (Porto Alegre),“DEVASSA” (Florianópolis), “ROCK’YA BODY” @ Iate (Florianópolis), D’jun (Balneário Camboriú), Car Wash (Maringá), Dama de Ferro (Rio), Galeria Café (Rio), Fosfobox (rio) e nas famosas festas X-Demente no Rio de Janeiro tambem, das quais é residente durante o verão .

Em janeiro de 2005 abriu para o dj Hell no club Sunset em Ubatuba, em fevereiro abriu para a dupla Märtini Brös em festa relizada por Erica Palomino e a Semana de Moda no terraço do Shopping Center Light no centro de São Paulo. Participou ainda em 2005 junto com o francês radicado em Londres DJ Each da Control Arms, festa organizada pela ONG inglesa Oxfam que tem como fim arrecadar assinaturas eletrônicas para pressionar a ONU a rever o tratado de comércio mundial de armas.

Durante a turnê da Control Arms, em janeiro de 2005, Oscar e Each participaram do Planeta Atlântida (festival em Porto Alegre) e tocaram nos clubes The House (Florianópolis), Fosfobox (Rio) e D-Edge e Lov.e (São Paulo). Em junho de 2005 participou da turnê
Make Poverty History e Control Arms pela Europa, foram 6 países:

24/06/05 Guanabara Club - Londres / 25/06/05 Nouveau Casino - Paris / 01/07/05 Club Zentrale Randlage - Berlim / 09/07/05 Trafik - Londres / 10/07/05 Nothing Hill Arts Club - Londres / 14/07/05 La Macarena - Barcelona / 15/07/05 City Hall - Barcelona / 16/07/05 OPART - Lisboa / 17/07/05 Europa After-hour - Lisboa / 21/07/05 Sub Club - Glasgow / 24/07/05 Boaty Party Sambatralha - Londres

Ultimamente tocou com os djs Superpitcher e Captain Comatose no projeto Tecnova no Lov.e. Com os djs Nerone, Drama Society, D’Julz, Freddy, Heiko Willerts e Dj Colt na “conexão Europa”, projeto que criou para seu after, onde traz amigos europeus para tocar. Tocou ao lado de Ellen Allien, Tiefschwarz e Alter Ego na histórica canja que eles deram no “PARADISE AFTER-HOUR” após o Nokia Trends e novamente com o dj Hell no projeto “MOTHERSHIP” ao lado da dupla Pornbugs, também da Alemanha, no D-edge em janeiro de 2006.

Abril de 2006 ao lado de Sven Vath no inesquecivel e interminavel after do SkolBeats.
Maio de 2007 ao lado novamente de Miss Kittin no memoravel Paradise after-hours pos SkolBeats.

Atualmente é residente às quartas do projeto “CIO” no D-Edge junto com o dj Magal.
Organiza e toca no projeto itinerante "Lick My Disco".

Nas madrugadas de sábado para domingo é residente ao lado do dj George ACTV, do “PARADISE AFTER-HOURS” no clube D-Edge. Oscar organiza há nove anos o projeto, que tem se mostrado um dos melhores afters de São Paulo. Referencia para djs estrangeiros em terras brasileiras. Hoje o dj tem optado por uma discotecagem mais versátil, que vai do house ao techno, passando pelo electro, electrohouse, techouse e mínimal.

Oscar Bueno possui junto com o dj e produtor Jeremy, um projeto chamado MOOM, juntos produzem música eletrônica. Algo entre electrotechno e mínimal, eles têm produzido faixas periódicamente. Uma de suas faixas, ”Pedala” saiu na compilação Smartbiz 2. A faixa ‘Playground" saiu na compilação "Paradise after-hours" pela URBR. Recentemente lancaram a faixa "Wasaback" pela compilacao feita por Renato Lopes para a marca Colcci, " Collcci E.Tronic vol. 06. Oscar Bueno em agosto de 2006 realizou mais uma turne pela europa e tocou nos seguintes clubs:

29/07/06 - Paris / Nouveau Casino - www.nouveaucasino.net - 09/08/06 - Barcelona / Moog - www.masimas.com/moog - 10/08/06 - Barcelona / La Macarena - www.macarenaclub.com - 12/08/06 - Barcelona / City Hall - www.cityhall-bcn.com - 19/08/06 - Lisboa - OPART - www.opartcafe.com - 25/08/06 - Amsterdã / Sugar Factory - www.sugarfactory.nl

Oscar já tem data marcada esse ano de 2007 em 4 paises do velho mundo, a turne comeca pela Holanda no club Sugar factory em Amsterdan, em breve mais detalhes da turne.

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Cello Zero