Quer saber como foi a Fase? Eu te conto…

daniferreira | 15 de janeiro, 2008 |

Claro que uma festa realizada por uma parceria entre D-Edge e Vegas de São Paulo e a equipe que faz a Moo aqui no Rio, de cara seria uma super festa. Com djs como Steve Bug e Troy Pierce rolou a certeza de que a música seria incrível. Mas o que aconteceu foi realmente inesquecível. A equipe de produção foi impecável e mostrou porque são eles realizam as melhores baladas do Brasil.

Som e imagem juntos proporcionaram uma experiência única aos felizardos que foram até o casarão das Casas Franklin, no centro do Rio de Janeiro, no último sábado. Na porta, os R$ 35,00 era um preço mais que acessível para quem entrou na lista de desconto da festa, pra quem não estava na lista os R$ 50,00 reais ainda valia a pena. Quem teve problema com nome na lista de desconto logo foi bem atendido e teve seu problema resolvido com rapidez. Mais um ponto para a equipe da Fase.

Lá dentro um enorme pé direito foi o cenário perfeito para uma dança de luzes coloridas que iam até o teto montando uma coreografia a parte, hora como um fluxo de sangue correndo nas veias, hora piscando como estrobos coloridos que davam a pista toda aquela aura que as melhores festas tem. Confesso que achei o telão atrás do dj uma enorme propaganda da festa. Semana passada os mosaicos coloridos formados por pequenas luzes foi mais interessante. Um bar com várias bebidinhas gostosas a preços módicos e muita cerveja gelada.

Uma pista democrática com gente bonita afim de dançar. Pouco carão. Pensei que por conta do Fashion Rio a festa seria um desfile de modelos anoréxicas pra cá e pra lá, mas estava enganada. Muitos fervidos se misturaram a playboys, patys e gays. Tudo no mais completo equilíbrio.

Steve Bug fez um set quase calmo se não fosse por algumas músicas nervosas com vocais sombrios que ele engatou no final. Isso quer dizer que quem foi esperando dele um set quebradeira pode ter se decepcionado. Logo que ele entrou ouvi um descompasso que ele rapidamente rebateu com um enorme sorriso passando a mão no cotovelo como quem dissesse: bati o cotovelo na cdj. Acidentes acontecem. Engraçado poder dizer que uma vez no Rio eu vi Steve Bug dar uma “sambadinha”.

Troy Pierce sem dúvida foi a estrela da noite. Música cerebral para o corpo. E mesmo assim teve gente que rebolou até o chão ouvindo minimal techno misturado com acid house. Enfim um set inexplicável. E foi longo e foi muito bom. A pista ainda estava cheia quando André Juliani entrou descendo a mão no som, mas aí eu já estava exausta, e ainda assim tentei acompanhar o set do dj, mas infelizmente não deu. Saí de lá quase oito e meia da manhã com a sensação de que essa foi a melhor festa do verão 2008.

Ainda bem que o verão esta só começando…

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Uma resposta »

  1. Laura janeiro 16th, 2008

    OITO DA MANHÃ???? Kkkkkkkkkkkkkkkkk!
    Kracas, como q aguenta, né!!! aff!!
    Meeeeeeeeeeeeeeeu, RJ & SP são outras hi$tória$ para os candangos… só se mudando mesmo! Kkkk.. ou pelo menos tendo bons contatos nas ditas cujas cidades! Se pelo menos estivesse de fééérias.. rãmmmm… ;P

    Aproveeeeeeeeeite, dani! Até february, né!? vixe maria! nem preciso dizer que seus agitos já dão falta por aqui!!

    Beijossssssss

    1

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