Maratona Rio 2008

daniferreira | 4 de janeiro, 2008 |

Depois de oito dias aqui no Rio aí vai o resumo da maratona de baladas e lugares que eu conheci.

Fosfobox – É uma das pistas mais tradicionais do Rio e o lugar acabou de passar por uma super reforma ganhando um longe bem bacana, onde por um espelho dá pra ver o dj tocando lá em cima. A entrada não é cara, tem uma hostess simpática na porta, seguranças educados, cariocas baladeiros de carteirinha e pessoas interessantes freqüentam o lugar. No dia que eu cheguei foi o primeiro lugar que fui. Não me decepcionei. Era uma noite produzida pelo dj Pil Marques em que ele era o segundo dj (peguei só o finalzinho do set do primeiro e não me lembro o nome dele). O terceiro e quem fechou a noite foi o Maurício Lopes, que mandou muito bem e soube levar a pista até de manhã. Hoje no Fosfobox acontece a festa Oops, novamente Mau Lopes no comando das pickups, só que agora em um long set que promete ser a melhor opção pra quem vai se jogar nessa sexta.

00 – Clube que fica na Gávea , então não é tão perto assim, mas dá pra ir tranquilamente de táxi ou mesmo de ônibus. Antes era um restaurante, então a estrutura da pista não é lá essas coisas. Nada de luzinhas piscando, nem laser, o ar condicionado e o soundsystem deixam a desejar. Mas se você está com fome, dentro da parte do restaurante rola um ótimo sushi (ah e lá o ar condicionado funciona perfeitamente). A melhor noite do lugar é na quinta e a casa fica lotada de gente bonita afim de paquerar, mas não se assuste com a fila enorme na porta, porque assim que sai gente, eles colocam mais pra dentro. A entrada não é cara, peguei R$ 15, 00 com nome na lista e as bebidas também não.

69 – Clube novo que abriu a pouco tempo, fica na Farme de Amoedo em Ipanema, então é pertinho de tudo. Na entrada você não vai encontrar nenhum letreiro indicando que o club é ali, então se liga que na portinha de madeira, geralmente com uma fila, do lado de um bar chamado Devassa. Apesar de ser uma pista pequena, até agora foi a melhor estrutura de dancefloor que vi aqui no Rio. Super ar condicionado, uma programação visual bacana (alguém comentou que foi a mesma equipe que fez a programação visual do D-Edge) e um soundsystem que faz você tremer quando entra. A hostess é chatinha e lá dentro uma penca seguranças mau encarados, mas em compensação o lugar não é caro e o mojito é uma coisa de louco. Na noite que eu fui, quem tocou, e por sinal tocou muito bem foi o Gustavo Tatá, depois dele entrou o Pareto com suas perucas com um set morno que não empolgou. Eu que já estava de ressaca do reveillon não demorei em querer ir embora.

Dama de Ferro – Quem é de Brasília facilmente se identifica com o lugar, bem estruturado, de um tamanho legal, com duas pistas independentes, o som da pista de baixo não atrapalha a de cima e vice-versa. Um bom exemplo disso é que em cima pode estar rolando um electro-80’s-jogação e na pista de baixo um bom minimal, e mesmo assim tudo flui direitinho. Sua localização é em Ipanema, então se você está na Farme bebendo um chopinho dá pra chegar lá a pé. Todas as duas vezes que fui lá, antes de falar com a hostess do lugar, acabamos conversando com a fofa da gerente, que é a vocalista de uma banda maneira chamada Celofanes e que é a cara da Kim Gordon. A moça é super simpática e acessível. Lá não existe nada de seguranças truculentos te olhando com cara de mau nem atendentes irritados. O Dama é um lugar conhecido por seus afters, então quando bate o desespero e ninguém sabe pra onde ir, ele é sempre uma boa opção. Foi o que fizemos na noite de reveillon, quando a “festinha” do posto 9 acabou exatamente às 4 da manhã. Passamos por alguns clubs e felizmente acabamos a noite, e começamos o dia (e o ano) dançando muito no Dama. Hoje quem quebra tudo por lá é a Miss Playmobil.

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